Durante três dias em maio, representantes de comunidades ribeirinhas de três municípios do Pará se reuniram para discutir um roteiro de turismo que coloque moradores no centro das decisões — e da divisão de receita.
O que estava em jogo
Operadoras de ecoturismo já visitavam a região há anos, mas sem acordo formal sobre número de grupos, época de visitação e repasse para escolas e postos de saúde locais. Queixas de sobrecarga em períodos de seca eram frequentes.
O encontro, facilitado por uma associação regional e com observadores da prefeitura, produziu um documento-base: limite de visitantes por semana, obrigatoriedade de guias locais e percentual mínimo da receita retido na comunidade.
Próximos passos
O texto segue para consulta em assembleias menores. Se aprovado, será apresentado à secretaria de turismo estadual como modelo voluntário — não como lei, mas como referência.
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